sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Memórias de um amistoso: as curiosidades do último Brasil e Coreia do Sul

Último confronto entre as seleções foi marcado por atraso, adeus, árbitro preso e marcação inusitada
Brasil e Coreia do Sul se enfrentam neste sábado, às 8 horas da manhã (horário de Brasília), no World Cup Stadium, em Seul, na Coreia, visando a preparação para a Copa do Mundo de 2014. Já classificadas para a competição, será o quinto confronto entre as equipes. Pentacampeã mundial, a Amarelinha leva vantagem sobre a rival do final de semana: são três vitórias sobre o país asiático, que saiu vitorioso no outro duelo.

Na última oportunidade em que se encontraram, a seleção brasileira, comandada pelo então técnico Zagallo, derrotou a equipe do treinador Kim Ho-kon por 3 a 2, numa partida que foi decidida aos 47 minutos do segundo tempo. A partida, inclusive, foi marcada por acontecimentos não comuns em partidas de futebol.

Um dos fatos que podem comprovar a afirmação foi a prisão do árbitro chinês Lu Jun, considerado o melhor do país e primeiro a apitar jogos de Copa do Mundo (em 2002) e Olimpíadas (em 2000), dez anos após a partida. Condenado a cinco anos e meio de prisão por corrupção, após receber dinheiro para definir os resultados de partidas, principalmente do campeonato chinês, Jun admitiu ter recebido 810 mil yuans, aproximadamente US$ 128 mil, para definir o resultado de sete jogos do Campeonato.

O árbitro chinês também cometeu um outro ato falho: durante a partida, marcou um recuo um tanto estranho para o time sul-coreano. Logo aos 6 minutos de partida, Cafu tentou fazer um passe para Lúcio, porém a bola bateu na mão de Ahn Jung-hwan e chegou até Dida, que pegou a bola com as mãos. Jun interpretou o lance como recuo de bola e marcou tiro livre indireto, dentro da área brasileira.

A partida também marcou o adeus de Zagallo no comando da Seleção. Convidado para dirigir a equipe em uma única partida em uma espécie de homenagem da CBF, o ex-treinador se despedia dos 50 anos de serviços prestados à Amarelinha.

"Hoje é um dia importante, mas não apenas para mim. Dedico essa homenagem a todas as pessoas que colaboraram comigo para eu chegar até aqui, desde o início da minha carreira como treinador", disse o Velho Lobo na ocasião.

Outra situação inusitada que aconteceu na partida foi o atraso em 11 minutos da seleção brasileira na partida. O caótico trânsito de Seul fez com que a Amarelinha chegasse ao estádio dez minutos antes do horário da partida. Matéria produzida por Esporte Interativo

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